Energisa

Nossa História

O Grupo Energisa teve início com a Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina (CFLCL), antiga holding das empresas do Grupo e atua hoje nas áreas de distribuição, geração, serviços e comercialização de energia elétrica, porém, tem na distribuição a principal base de seu negócio. Conheça um pouco da história do Grupo em sua linha do tempo.

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  • 1905
  • 1907
  • 1908
  • 1910
  • 1911
  • 1912
  • 1918
  • 1925
  • 1928
  • 1949
  • 1956
  • 1958
  • 1970
  • 1971
  • 1977
  • 1983
  • 1994
  • 1995
  • 1996
  • 1997
  • 1998
  • 1999
  • 2000
  • 2001
  • 2002
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  • 2019
  • 2020
  • 2021
  • 2022

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1905

José Monteiro Ribeiro Junqueira, João Duarte Ferreira e Norberto Custódio Ferreira fundam a Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, com sede na cidade de Cataguases, Minas Gerais.

 

1907

A Cataguazes-Leopoldina é a terceira sociedade anônima a obter registro na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

 

1908

A empresa inaugura sua primeira hidrelétrica, a Usina Maurício, com 800 kW de potência, uma das geradoras pioneiras do país.

 

1910

Aquisição dos Serviços Elétricos de Muriaé, MG.

 

1911

Pagamento dos primeiros dividendos.

 

1912

Ampliação da Usina Maurício para 1,2 MW.

 

1918

Aquisição da Companhia Pombense de Eletricidade, em Rio Pomba (MG) e da Usina Coronel Domiciano, em Muriaé (MG).

 

1925

A Cataguazes-Leopoldina se torna uma das primeiras empresas no mundo a dar participação aos empregados nos lucros.

 

1928

Construção da Usina Ituerê, de 4 MW, no município de Rio Pomba, MG.

 

1949

Aquisição da Empresa Força e Luz Além Paraíba, no município de Além Paraíba, MG.

 

1956

Entra em operação a primeira turbina da Nova Usina Maurício, de 5 MW.

 

1958

Entra em operação a segunda turbina da Nova Usina Maurício, também de 5 MW.

 

1970

Entra em operação a terceira turbina da Nova Usina Maurício, de 11,2 MW. Aquisição de um Grupo Diesel para geração térmica, de 5,5 MW, em Cataguases. Mudança de frequência da distribuição de 50 para 60 Hz.

 

1971

Primeira emissão pública de ações da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, atual Energisa Minas Gerais.

 

1977

Aquisição da Companhia Leste Mineira de Eletricidade, em Manhuaçu, MG.

 

1983

Inauguração da Usina do Glória, de 13 MW, em Muriaé.

 

1994

Aquisição da Empreza Industrial Mirahy S/A, fornecedora de energia elétrica no município de Miraí, MG.

 

1995

Repotenciação da Usina de Coronel Domiciano.

 

1996

Aquisição da concessão do Município de Sumidouro (RJ) e Repotenciação da Usina de Neblina, em Ipanema (MG).

 

1997

Aquisição em leilão da Companhia de Eletricidade de Nova Friburgo (CENF), atual Energisa Nova Friburgo, em junho, por R$ 56,2 milhões, em Nova Friburgo, RJ. Aquisição em dezembro da Energipe (Empresa Energética de Sergipe), atual Energisa Sergipe, por R$ 577,1 milhões, com 353 mil consumidores, através de leilão de privatização.

 

1998

Início de operação da usina PCH Cachoeira do Emboque, de 21,4 MW, no município de Raul Soares, MG.

 

1999

Fundação da Cat-Leo Energia S/A, empresa de geração e construção de usinas hidrelétricas do então Sistema Cataguazes-Leopoldina. Aquisição em novembro da CELB (Companhia Energética da Borborema), em Campina Grande, PB, por R$ 87,4 milhões, em leilão de privatização. Início de operação da usina PCH Ervália, de 6,9 MW, no município de Ervália, MG.

 

2000

Aquisição em novembro da Saelpa (Sociedade Anônima de Eletrificação da Paraíba), por R$ 363,0 milhões, em leilão de privatização.

 

2001

Entra em operação a usina PCH Benjamim Baptista, de 9,5 MW, no município de Manhuaçu. Através da então Cat-Leo Energia S/A, a Cataguazes-Leopoldina inicia a construção de 5 novas PCHs na Zona da Mata de Minas Gerais, num total de 100 MW. Investimento de cerca de R$ 250 milhões e geração de 2.500 empregos nas obras das PCHs Ivan Botelho I, II e III; Ormeo Junqueira Botelho e Túlio Cordeiro de Melo, além do início das obras de construção da Usina Termelétrica de Juiz de Fora (UTEJF), primeira termelétrica a gás natural de Minas Gerais.

 

2002

A Cataguazes-Leopoldina ganha o Prêmio Abradee de melhor empresa do Sudeste e a Energipe o Prêmio Abradee de melhor empresa do Nordeste. A empresa se lançou em outra empreitada de vulto, iniciando simultaneamente as obras de cinco novas PCHs, todas na Zona da Mata Mineira.

2003

Entram em operação as PCHs Ivan Botelho I e II, Túlio Cordeiro de Melo e Ormeo Junqueira Botelho. A Cataguazes-Leopoldina ganha o Prêmio Abradee de melhor empresa em responsabilidade Social do setor elétrico brasileiro.

2004

Entra em operação a PCH Ivan Botelho III. A Cataguazes-Leopoldina ganha novamente o Prêmio Abradee de melhor empresa em responsabilidade social do setor elétrico brasileiro e também o Prêmio Abradee de melhor Qualidade da Gestão. A Energipe ganha novamente o Prêmio Abradee de melhor empresa do Nordeste. No mesmo ano a empresa expandiu seu know how em construção de usinas hidrelétricas para terceiros e para além das fronteiras de Minas, iniciando a construção de duas PCHS no Mato Grosso.

2005

A empresa conclui a construção da PCH Ombreiras, de 26 MW, primeira hidrelétrica construída para terceiros. No mesmo ano a Cataguazes-Leopoldina ganha pela terceira vez consecutiva o Prêmio Abradee de melhor empresa em Responsabilidade Social do setor elétrico brasileiro e CELB o Prêmio Abradee de melhor Qualidade da Gestão.

2006

A Energia do Brasil Participações Ltda é adquirida pela Multipar S/A, uma empresa do Sistema Cataguazes-Leopoldina. A Cataguazes-Leopoldina ganha pela quarta vez consecutiva o Prêmio Abradee de melhor empresa em Responsabilidade Social do setor elétrico brasileiro e é bicampeã em Qualidade da Gestão. CELB recebe o Prêmio de Melhor Evolução de Desempenho. Concluída a construção da PCH Canoa Quebrada, de 28 MW, também no Mato Grosso, de propriedade da Amper Energia S/A.

2007

Sistema Cataguazes-Leopoldina conclui Plano de Desverticalização. A Energisa torna-se a holding do SCL e substitui a Cataguazes-Leopoldina na Bolsa. A Energisa aliena a Zona da Mata Geração, detentora de 11 pequenas centrais hidrelétricas (45 MW). Cataguazes-Leopoldina é pentacampeã em Responsabilidade Social e Melhor em Qualidade de Gestão, segundo Abradee. Energipe e Saelpa recebem também o Prêmio Abradee de Melhor Qualidade de Gestão. Energipe é vencedora do Prêmio IASC – Índice Aneel de Satisfação do Consumidor na região Nordeste.

2008

O Grupo Cataguazes-Leopoldina se transformou em Grupo Energisa e tem uma nova marca. Os acionistas do Grupo Energisa aprovaram as novas denominações sociais das suas subsidiárias. Todas as empresas passaram a ter o prefixo Energisa, além do nome que as identifica com a sua região de atuação ou atividade, consistentes com a unificação sob a nova marca Energisa. Dessa forma, as razões sociais passaram a ser as seguintes:

  • Energisa Minas Gerais – Distribuidora de Energia S/A, em substituição à CFLCL;
  • Energisa Nova Friburgo – Distribuidora de Energia S/A, em substituição à CENF;
  • Energisa Sergipe – Distribuidora de Energia S/A, em substituição à Energipe;
  • Energisa Borborema – Distribuidora de Energia S/A, em substituição à CELB;
  • Energisa Paraíba – Distribuidora de Energia S/A, em substituição à Saelpa;
  • Energisa Soluções S/A, em substituição à Cat-Leo Cise;
  • Energisa Comercializadora de Energia Ltda, em substituição à Cat-Leo Comercializadora de Energia Ltda;
  • Energisa Serviços Aéreos de Prospecção S/A, em substituição à Cataguazes Serviços Aéreos de Prospecção S/A.

2009

Incorporação de todas as ações de emissão das subsidiárias pela Energisa S/A e intensificação dos projetos de geração de energia elétrica, com a construção de três novas PCHs – Caju, São Sebastião do Alto e Santo Antônio, juntas com capacidade de 31 MW de geração.

2010

Energisa ingressa na geração de energia elétrica por fonte eólica. A empresa construirá cinco parques eólicos no Estado do Rio Grande do Norte, com investimentos que totalizarão R$ 560 milhões.

2011

Entram em operação comercial as PCHs Caju (10MW) e São Sebastião do Alto (13,2 MW) e inicia a construção da PCH Zé Tunin, com 8 MW de potência instalada. Em dezembro de 2011, a Energisa adquire duas termelétricas pertencentes à Tonon, localizadas nas usinas de Bocaina (SP) e Maracaju (MS), totalizando 60 MW de energia. Em novembro, a empresa adquiriu a PCH Cristina, localizada no Rio Lambari, no município de Cristina (MG), com potência instalada de 3,8 MW.

2012

A Energisa Geração concluiu a aquisição de ativos de geração elétrica a partir de biomassa de cana-de-açúcar. Em fevereiro entrou em operação comercial a PCH Santo Antônio de 8 MW e em dezembro a primeira unidade geradora (4 MW) da PCH Zé Tunin, de 8 MW.

2013

A Energisa Geração colocou em operação comercial, em março de 2013, a segunda unidade geradora da PCH Zé Tunin (8MW) e está construindo, simultaneamente, cinco usinas eólicas no Rio Grande do Norte (Renascença I, II, III, IV e Ventos de São Miguel), que juntas constituem um Parque Eólico de 75 aerogeradores com capacidade instalada de 150 MW e produção de 614 GWh por ano, capazes de fornecer energia renovável para 1,4 milhão de pessoas.

2014

Conclusão, em 11 de abril, da transferência do controle acionário do Grupo Rede para a Energisa. Com a aquisição, a Energisa passa a atender a aproximadamente 6,2 milhões de consumidores, ou uma população de 16 milhões de pessoas, em 788 municípios de nove estados, em todas as regiões do país.

2015

Comemoração de 110 anos do Grupo Energisa e o marco de um ano da integração das novas empresas ao Grupo. Foi concluído um forte trabalho na inserção dessas empresas no cenário e na marca da Energisa. Foi também o ano da criação da nova tagline da empresa: “Energisa, Ligada na sua energia”.

2016

Em 28 de julho, a Companhia confirmou a adesão ao Nível 2 de Governança da BM&FBOVESPA e o início das negociações das suas ações neste segmento diferenciado. Com esta adesão, a Energisa se posiciona entre as empresas listadas na bolsa que atuam sob as melhores práticas de governança e transparência de mercado.

2017

Central de Serviços Energisa

No dia 3 de abril, entrou em funcionamento a Central de Serviços Energisa (CSE), em Cataguases (MG), que centraliza a prestação de serviços transacionais e atividades operacionais de áreas administrativas que se repetem, como folha de pagamento, férias e emissão de notas fiscais. Além de melhorar a organização dos processos e rotinas de trabalho da companhia, a mudança contribui para o desempenho dos setores e gera melhores resultados com menos custos, trazendo mais segurança e solidez para o Grupo.

 

Leilão de Transmissão Nº 5/2016

Em 24 de abril, a Energisa S.A., no Leilão de Transmissão Nº 5/2016 (“Leilão”), sagrou-se vencedora na disputa dos lotes 03 e 26. O resultado favorável deste Leilão permitirá a diversificação de risco do portfólio da Energisa, com rentabilidade adequada, consolidando o seu modelo de negócios através de investimentos que proporcionem sinergias entre seus ativos. A Administração da Energisa acredita que o sucesso demonstrado no turnaround de distribuidoras, associado com a experiência na construção de projetos relevantes no setor elétrico, será determinante para execução e operação dos empreendimentos.

2018

Nova sede Energisa Minas Gerais

Com 113 anos completados em 26 de fevereiro de 2018, a Energisa Minas Gerais, origem do Grupo Energisa, inaugurou a sua nova sede social.
No Leilão de Transmissão Nº 002/2018 realizado em 28 de junho de 2018, a Energisa arrematou mais um lote (número 19) no Pará. Este projeto é continuidade do Lote número 26 do Leilão 005/2016, vencido pela Energisa em abril 2017, o que resultará em importantes sinergias construtivas, operacionais e de manutenção. Com essa nova aquisição, a Energisa passa a deter três projetos de transmissão, com 571 km de extensão.

 

Aquisição Eletroacre e Ceron

Em 30/08/2018, a ENERGISA S/A adiquiriu as distribuidoras Centrais Elétricas de Rondônia (“Ceron”) e Companhia de Eletricidade do Acre (“Eletroacre”).

 

Leilão de Transmissão Nº 002/2018

A Energisa S.A, em 29 de junho, sagrou-se vencedora no Leilão de Transmissão Nº 002/2018, do lote número 19, no Pará. Este projeto é continuidade do Lote número 26 do Leilão 005/2016 vencido pela Energisa em abril 2017, o que resultará em importantes sinergias construtivas, operacionais e de manutenção. Com o resultado favorável deste Leilão, a Energisa passa a deter um total de 3 concessões de transmissão, adquiridas em leilões em 2017 e 2018, com 571 km de extensão e RAP da ordem de R$ 120 milhões. O resultado desse leilão fortalece a posição do Grupo Energisa no segmento de transmissão e consolida a presença da Energisa Soluções nesse segmento, que será responsável pela engenharia proprietário, operação e manutenção.

 

Leilão de Transmissão Nº 004/2018

Em 20 de dezembro, a Energisa S.A. sagrou-se vencedora do lote 04 arrematado no Leilão de Transmissão Nº 004/2018. O lote arrematado foi selecionado em função das sinergias a serem exploradas com a área de concessão da Energisa Tocantins, onde está parcialmente localizado. Esse resultado corrobora a eficiência do Grupo Energisa na alocação de capital e diversificação de portfólio, fortalecendo a participação da Companhia no segmento de transmissão.

2019

Em 02/05/2019 com investimento de R$ 11,7 milhões, a Energisa adquiriu 87% do capital da Alsol Energias Renováveis S.A, empresa da Algar Empreendimentos, que é a pioneira em sistema fotovoltaico no Brasil. Fundada em Uberlândia, em Minas Gerais, a Alsol é uma companhia brasileira que provê portfólio de soluções de geração distribuída por meio, principalmente, de recurso solar fotovoltaico, bem como de outros recursos renováveis como biogás, biomassas, eólico e hidrelétrico. A empresa também é uma das pioneiras no Brasil no provimento de armazenamento de energia através de baterias de lítio. A Alsol instalou mais de 80 mil placas fotovoltaicas pelo Brasil até 2018, resultando em mais de 25 MWp e opera em 12 estados brasileiros.

2020

Leilão de Transmissão Nº 001/2020

A Energisa S.A., no Leilão de Transmissão Nº 001/2020, realizado no dia 17 de dezembro, sagrou-se vencedora do lote 11. O lote contratado representa incorporação de ativos em serviço designado da empresa Amazonas Geração e Transmissão (AmGT) pela Portaria MME no. 776 de 15 de dezembro de 2016 e a revitalização e continuidade da prestação do serviço público de transmissão das instalações existentes e a expansão e reforço do sistema para atendimento à região metropolitana de Manaus e à região de Presidente Figueiredo, no Estado do Amazonas. O sucesso em mais um leilão de transmissão fortalece ainda mais a presença da Energisa nesse segmento. Após o leilão, a Energisa passará a deter um total de 5 concessões de transmissão, adquiridas em leilões em 2017, 2018 e 2020, com 1.343 km de extensão de LT, capacidade de transformação de 4.294 MVA e RAP da ordem de R$ 258 milhões em valores atualizados.

2021

Voltz

Em janeiro de 2021 o Grupo Energisa lançou a primeira fintech do setor elétrico a Voltz Capital S.A. A Voltz é uma startup do Grupo Energisa, que há mais de 116 anos fornece eletricidade para milhões de brasileiros e agora traz mais energia para seus projetos por meio de uma conta digital gratuita e completa, capaz de substituir os principais serviços bancários e financeiros oferecidos por bancos tradicionais.

Leilão de Transmissão

Em 30 de junho, a Energisa Transmissão de Energisa S/A sagrou-se vencedora do lote 4 no leilão de transmissão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), na B3. A Energisa já está presente no estado de Tocantins, onde atua na área de distribuição desde 2014. O lote 4 inclui a ampliação da subestação Gurupi, que também possui novas instalações em construção pela Energisa Tocantins Transmissora, tendo sinergias de implantação entre eles. Além disso, haverá total sinergia operacional, dado que há estrutura de O&M da Energisa Soluções para atendimento da subestação Gurupi. O escopo do lote 4 inclui a implantação de unidades de transformação de 230/138 kV com 200 MVA e um novo pátio de 138 kV onde se conectará a Energisa Tocantins Distribuidora, trazendo mais segurança e confiabilidade para o sistema elétrico na região. Esse é o sexto lote de transmissão do Grupo adquirido desde 2017, que objetiva ampliar sua atuação no segmento de Transmissão, com o compromisso de melhorar a infraestrutura do setor elétrico no país.

Leilão de Transmissão 002/2021

Em 17 de dezembro, a Energisa S.A. por meio de sua controlada direta Energisa Transmissão de Energia S.A., sagrou-se vencedora do lote 5 no leilão de transmissão 002/2021, situado em Amapá, realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica na B3. A chegada da Energisa no Amapá faz parte da estratégia de diversificação do grupo para os próximos cinco anos. O objetivo da Energisa é levar mais confiabilidade para o fornecimento aos consumidores. De acordo com o contrato, a empresa terá que executar obras no Amapá até 2025 para a construção de uma linha de 10 quilômetros com 230kv, conectando as subestações Macapá I e Macapá III, com potência de 300 MVA. Com as obras da nova aquisição, a Energisa espera gerar 461 empregos diretos. Com esta aquisição, o Grupo Energisa passa a ter em seu portfólio 8 (oito) projetos em transmissão, ampliando ainda mais sua atuação no segmento e atestando seu compromisso de melhorar a infraestrutura do setor elétrico no país.

 

2022

Geogroup Paranaíta Transmissora

A Energisa S.A. e sua controlada direta Energisa Transmissão de Energia S.A. concluiu em 11 de fevereiro a aquisição de 100% do capital social total e votante da Geogroup Paranaíta Transmissora de Energia SPE S.A. Essa aquisição está alinhada com a estratégia da Energisa de trazer sinergias operacionais para a base de ativos do grupo.

(RE) Energisa

No dia 23 de março a Energisa anunciou a mais nova marca do grupo, a (re)energisa, que integrará e representará os seus negócios não regulados de geração descentralizada através de fontes renováveis, comercialização de energia no mercado livre e serviços de valor agregado. De olho em um mercado cada vez mais competitivo, a (re)energisa atuará no mercado oferecendo soluções energéticas, o que representa um marco no projeto de diversificação dos negócios da Energisa em todo o país. A nova marca também traduz o conceito adotado pela empresa para a abordagem ao mercado, o one-stop-shop, ou seja, todas as soluções em um só lugar. A estratégia da empresa é protagonizar a transição energética com foco na economia de baixo carbono.

Gemini Energy

No dia 10 de junho, a Energisa Transmissão de Energia S.A. concluiu a aquisição da Gemini Energy, que detém 85,04% da LMTE, 83,33% da LXTE e 100% da LTTE, todas concessionárias operacionais de transmissão localizadas no Amapá, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente, que, em conjunto, possuem uma capacidade de transmissão instalada de 6.700 MVA, 1.451 km de extensão e uma Receita Operacional Anual de R$ 362,9 milhões. A aquisição da Gemini reforça o compromisso do Grupo Energisa em liderar a agenda de transição energética aliando diversificação dos negócios e investimentos robustos, além de trazer sinergias operacionais com os demais ativos do portfólio de transmissão do grupo.

 

Em 30 de junho, a Energisa Transmissão de Energisa S/A sagrou-se vencedora do lote 12 no leilão de transmissão 001/2022 realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), na B3. O lote arrematado pela Energisa, que já possui presença no Estado do Amazonas, proverá atendimento à região metropolitana de Manaus. De acordo com o contrato, a empresa terá que executar obras até 2027 para a construção de uma linha de transmissão com 12,9 quilômetros com 230kv, conectando as subestações Mauá 3 e Manaus. Com esta aquisição, o Grupo Energisa passa a ter em seu portfólio 12 (doze) projetos em transmissão, ampliando ainda mais sua atuação no segmento de transmissão e mantendo seu compromisso na diversificação dos negócios, com vistas a ser um ecossistema de serviços de energia com foco na melhoria da infraestrutura entregando mais capacidade e segurança na transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN) e mais retorno para nossos acionistas.