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O consumo consolidado de energia elétrica, cativo e livre (2.976,3 GWh), nas áreas de concessão do Grupo Energisa, cresceu 4,6 % em relação ao mesmo mês do ano anterior. Considerando o consumo não faturado, o total foi de 8,9%. Esse resultado foi influenciado pela base mais baixa de comparação em maio de 2020 (-5,7%), um dos meses mais afetado pelas restrições associadas à pandemia. Neste contexto, todas as distribuidoras registraram aumento de consumo no mês. A classe industrial cresceu 12,5%, superando o patamar pré-pandemia. O consumo de energia na classe avançou em todas as distribuidoras e foi o principal vetor de crescimento no mês, responsável por 42% do incremento das vendas do Grupo. Destaques para ESS, onde a classe industrial cresceu 26,2% (22,5 GWh), impulsionada pelos segmentos de papel, alimentos, têxtil e de peças para veículos. A EPB registrou alta de 31,2% (14,1 GWh), puxada pela retomada do setor têxtil e pelo ramo de minerais não metálicos e na EMG o crescimento da classe foi de 25,9% (7,3 GWh) influenciado pelas atividades no setor têxtil, moveleiro e de mineração. A classe comercial registrou avanço de 12,7% (60,7 GWh), favorecida pela base deprimida no ano anterior. Resultado impulsionado, principalmente, pelos desempenhos de shoppings e centros comerciais nas áreas de concessão da EMT +9,7% (12,4 GWh), EPB +22,3% (11,7 GWh), ESS +14,9% (7,9 GWh) e EMS+9,9% (7,5 GWh). A classe rural apresentou crescimento de 7,7% (21,8 GWh), com destaque para EMT + 9,8% (9,6 GWh), e EMS +11,8% (6,0 GWh), ambas favorecidas pelos produtores de grãos e algodão. Na ETO, a classe comercial cresceu 20,8% (4,2 GWh), puxada pelas atividades em torno da produção de grãos e ovos. Em contrapartida, a classe residencial recuou 3,1% (36,0 GWh), influenciada pelo calendário de faturamento em média 1,1 dia menor, clima mais ameno em algumas regiões, e pela flexibilização das restrições após a 2ª onda da pandemia, que resultou em menor adesão da população ao isolamento frente ao mesmo período do ano anterior. Na EMT, a classe registrou queda de 8,5% (23,5 GWh), seguida pela EPB -3,0% (5,0 GWh) e ESE 3,8% (4,0 GWh). A única distribuidora que apresentou crescimento na classe foi a ERO +6,6% (7,4 GWh), influenciada por efeito calendário positivo e maior volume de energia recuperado.

O consumo de energia elétrica no mercado cativo e livre (15.250,0 GWh) do Grupo Energisa apresentou acréscimo de 1,9% nos primeiros cinco meses de 2021, em relação ao mesmo período do ano anterior. Considerando o consumo não-faturado, o crescimento acumulado foi de 2,9%. Este resultado se apoiou na base baixa de 2020 (-0,4%), afetada pelo Covid-19. Na comparação com o mesmo período do ano passado, entre as distribuidoras, 9 das 11 cresceram no acumulado até maio, com destaque para ESS (+ 5,2% ou 94,8 GWh), EPB (+ 3,5% ou 64,7 GWh), EMG (+ 8,3% ou 50,8 GWh), ETO (+ 3,7% ou 35,1 GWh), EMS (+ 1,4% ou 33,4 GWh), EBO (+ 5,1% ou 14,2 GWh).

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