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O consumo consolidado de energia elétrica, cativo e livre (3.132,8 GWh), nas áreas de concessão do Grupo Energisa sinalizou crescimento 0,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O desempenho no mês foi direcionado principalmente por maiores consumos nas classes industrial, residencial e rural, que concentraram 69,5% das vendas totais de energia do Grupo no mês. Contribuíram para esse resultado: o calendário de faturamento, o clima quente em algumas regiões, sobretudo no Sudeste, e o bom desempenho de algumas atividades industriais.

A classe residencial registrou o maior crescimento nas vendas de energia (+3,8% 45,9 GWh), resultado impulsionado, principalmente, pelos desempenhos nas áreas de concessão da ESS + 10,7% (14,0 GWh), EMT + 5,0% (13,7 GWh), EPB + 4,8% (8,1 GWh), EMG +10,9 (5,0 GWh) e ERO + 1,8% (2,0 GWh), onde os efeitos climáticos foram determinantes para esses incrementos. A classe industrial apresentou crescimento de 4,1% (25,3 GWh) no consumo, destaque para a EMS +12,3% (13,6 GWh), responsável por 37% do incremento, motivado pelo indústria de metalurgia, minerais não metálicos, em linha com o aumento de vendas de cimento no Centro-Oeste e o bom desempenho da agropecuária, principalmente  proteína animal, seguindo a tendência positiva das exportações do país; seguida pela EMG +22,9% (7,1 GWh), desempenho puxado pela retomada das atividades de mineração; ESS +5,9% (6,8 GWh), impulsionado pela indústria de peças automotivas; EPB +4,0 (2,4 GWh), devido contribuição do setor de minerais não metálicos;  e EBO +20,8% (2,3 GWh), direcionado pela indústria de calçados. A classe rural também avançou (+2,9% ou 8,4 GWh), apresentando crescimento em 8 das 11 distribuidoras, com desempenho impulsionado pelo clima seco e o bom desempenho de algumas culturas. Destaque para a EMT (+8,3% ou 8,6 GWh), responsável por 57% do incremento do consumo na classe, impulsionado pela produção de soja e milho e pelo efeito calendário (0,7 dia maior). A ESE teve a maior alta desde 2008 (+30,4% ou 3,5 GWh), impulsionada pelo maior uso do serviço de irrigação, diante do baixo volume pluviométrico.

O consumo de energia elétrica no mercado cativo e livre (9.179,3 GWh) do Grupo Energisa apresentou, no primeiro trimestre de 2021 (1T21), uma leve queda de 0,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Vale ressaltar que na maior parte do primeiro trimestre do ano passado não havia impacto no consumo de energia associado à pandemia. Adicionalmente, no início de 2021, diversas cidades voltaram a implementar medidas restritivas em função da piora nos indicadores relacionados ao COVID-19. A classe comercial direcionou este resultado, registrando queda de 8,8% (162,8 GWh), seguida pela categoria outros (-1,2% 13,8 GWh), onde o principal vetor foi a queda de consumo do poder público (-18,8%), em ambos os casos atividades mais afetadas pelas restrições derivadas da pandemia. Por sua vez a classe industrial registrou o maior crescimento (2,3% 41,1 GWh), seguida pela residencial (1,1% e 38,8 GWh) e rural (2,6% 22,9 GWh).

Por concessão, o consumo de energia no mercado cativo e livre foi destaque nas concessões da EMG com aumento de 4,7% (18,0 GWh), ESS 1,5% (17,3 GWh), EMT 0,3% (8,0 GWh), ENF 4,1% (3,3 GWh), EBO 0,6% (1,0 GWh) e ETO 0,2% (0,9 GWh).

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