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O volume consumido de energia no mercado consolidado cativo e livre (3.041,9 GWh) nas áreas de concessão do Grupo Energisa apresentou, em janeiro de 2021, aumento de 0,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Esse resultado foi impulsionado pelas classes residencial, industrial e rural. Entre as distribuidoras, destaque para o consumo nas concessões: EMS (+5,1% 24,5 GWh), ESS (+1,6% 6,4 GWh), ETO (+3,1% 5,8 GWh) e EAC (+5,3% 4,7 GWh).

O consumo da classe residencial cresceu 2,1% (24,8 GWh), destaque para as áreas de concessão da EMS +6,3% (11,5 GWh), EAC +15,7% (6,5 GWh), EPB +1,9% (3,2 GWh), ESS +1,4% (1,9 GWh), ETO +2,2% (1,8 GWh) e EMG +2,0% (1,0 GWh), onde os efeitos climáticos foram determinantes para esses incrementos. É válido mencionar que a EAC ainda contou com contribuições via crescimento na base de clientes e aumento no volume de energia recuperada. A classe industrial avançou 3,7%, resultado acima da taxa média de crescimento para o mês de janeiro (+2,0%), destaque para o desempenho nas concessões da EMS (+11,9% ou 12,2 GWh), beneficiada, sobretudo, pela indústria de minerais não-metálicos, em linha com o bom desempenho dos setores de insumos para construção civil, e alimentício; da ESS (+3,7 ou 4,2 GWh) puxada pelo ramo de papel e celulose; da ETO (+18,2 ou 3,8 GWh) e da EMT (+1,7 ou 2,6 GWh) ambas direcionadas pela indústria de cimento; e da EMG (+3,8% ou 1,2 GWh), influenciada, principalmente, pela atividade de mineração. A classe rural registrou crescimento de 4,7% no período (13,4 GWh), impulsionada pelos resultados nas áreas de concessão da EPB +7,8% (2,4 GWh), devido aumento na exportação de açúcar; da EMS +4,8% (2,3 GWh) e da EMT +2,2% (2,2 GWh), ambas impactadas pelas culturas de algodão, milho e soja; da ETO +10,9% (2,1 GWh), que se beneficiou com a produção de ovos e aves; e da ESE +10,8% (1,5 GWh) influenciada pela demanda de irrigação para pequenos produtores. A classe comercial por sua vez, registrou perda de consumo, com queda de 6,9% (41,4 GWh), além do efeito calendário, a classe continua sendo bastante afetada pelas medidas restritivas impostas contra a pandemia. Com exceção da EAC, que manteve o consumo do ano anterior, todas as distribuidoras do Grupo apresentaram recuo nesta classe.

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