Energisa

Notícias

O consumo consolidado de energia elétrica, cativo e livre (3.357,8 GWh), nas áreas de concessão do Grupo Energisa, registrou crescimento de 6,7% comparado ao mesmo período do ano anterior. Considerando o fornecimento não faturado, o crescimento no mês foi de 9,5%, na mesma base de comparação. As altas temperaturas registradas no mês de outubro, aliado a dinâmica favorável do agronegócio e ao processo de retomada das atividades econômicas após o período mais intenso da pandemia do Covid-19, refletiu positivamente no consumo de energia das distribuidoras.

A classe residencial registrou aumento em todas as concessões, com 9 das 11 empresas apresentando taxas iguais ou acima de 10%, com destaque para: EMT + 16,0% (45,7 GWh), ERO + 25,2% (28,9 GWh), EMS + 9,9% (17,6 GWh), ESS + 10,9% (14,7 GWh), EPB + 10,0% (14,6 GWh), ETO + 14,7% (14,2 GWh) e EAC + 21,4% (9,0 GWh), impulsionadas principalmente pelas altas temperaturas e clima seco. No entanto, vale ressaltar que os avanços nas concessões da ERO e EAC também foram motivados pelo aumento acima da média do número de consumidores, resultado da expansão da rede e regularização de clandestinos na região. A classe rural também surpreendeu e subiu 20,0% (64,0 GWh), resultado puxado pelas concessões: EMT + 28,5% (37,0 GWh), que foi responsável por 58% do incremento nessa classe, influenciada pelo clima associado ao período de plantio da soja e aumento do uso de irrigação mecânica; EPB + 20,1 (5,7 GWh), estimulada pela cultura de açúcar. O clima e o período de plantio da soja também influenciaram o aumento do consumo nas concessões da ERO + 17,7% (5,1 GWh), ETO + 25,4 (4,7 GWh) e EMS +7,3% (3,6 GWh). A classe industrial registrou crescimento pelo quinto mês consecutivo (+ 6,0% ou 38,1 GWh), destaque para as concessões da região Centro-Oeste, que foram responsáveis por 92,1% do incremento do consumo na classe. A EMS cresceu 19,7% (19,8 GWh), influenciada pelas indústrias de minerais metálicos e cimento, em linha com o aquecimento no setor de construção civil; e pelo segmento de alimentos, principalmente pela produção derivada da soja e proteína animal. A EMT subiu 8,3% (15,3 GWh), favorecida pelo setor de minerais metálicos e pela indústria de alimentos; seguida pela ERO (+7,2% ou 2,8 GWh) e ETO (+10,0% ou 2,8 GWh), ambas motivadas pela indústria de cimentos. A classe comercial registrou queda de 3,8% (23,2 GWh), ainda impactada pelas restrições derivadas da pandemia do COVID-19, no entanto, a intensidade da queda do consumo comercial seguiu desacelerando nas distribuidoras do Grupo.

O consumo de energia elétrica no mercado cativo e livre (29.934,8 GWh) do Grupo Energisa apresentou, nos primeiros dez meses de 2020, aumento de 0,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Considerando o fornecimento não-faturado, o crescimento no mês foi de 0,5%, na mesma base de comparação.

Destaque no período para os aumentos de consumo de energia, no mercado cativo e livre, nas concessões: EMT + 3,2% (211,1 GWh), EMS +2,0 (79,7 GWh), ERO +2,5% (79,1 GWh), EAC +0,7% (10,3 GWh) e ETO +0,9% (8,5 GWh).

Clique aqui abrir o Boletim de Relações com Investidores, edição de novembro de 2020.