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O consumo consolidado de energia elétrica, cativo e livre (3.240,2 GWh), nas áreas de concessão do Grupo Energisa, registrou crescimento de 3,4% comparado ao mesmo período do ano anterior. Esse crescimento foi fomentado principalmente pelo clima mais quente e seco, assim como pela alta demanda de produtos alimentícios, que contribuíram para o avanço do consumo nas classes residencial, rural e industrial. A classe residencial registrou aumento de 10,6% (123,1 GWh), com destaque para a EMT + 18,8% (52,4 GWh), EPB + 14,8% (22,1 GWh), ERO + 17,9% (19,7 GWh), ESE + 10,7% (9,8 GWh) e ETO + 10,8% (9,5 GWh), desempenhos impulsionados principalmente pelas altas temperaturas. No entanto, vale ressaltar que o consumo das distribuidoras ERO, EPB e EBO também foi motivado pelo aumento acima da média do número de clientes, reflexo de novas ligações.

A classe rural cresceu 10,1% (31,9 GWh), as maiores contribuições foram advindas dos desempenhos nas áreas de concessão da EMT + 17,3% (20,5 GWh), que foi responsável por 64% do incremento nessa classe, influenciada pelo período de plantio da soja associado ao clima e aumento do uso de irrigação mecânica; ERO + 11,4% (3,2 GWh), também beneficiada pela demanda de irrigação durante plantio de soja; EPB + 10,1% (3,2 GWh), estimulada sobretudo pela cultura do açúcar; e ETO + 12,6% (2,3 GWh), favorecida pela cultura de açúcar e alta na produção de arroz e ovos. A classe industrial registrou crescimento de 2,3% (14,1 GWh), impactada majoritariamente pelas altas nos volumes da EMS + 5,5% (5,8 GWh), impulsionada pelas indústrias metalúrgica e alimentícia; EMT + 3,1% (5,6 GWh), ETO + 16,6% (3,6 GWh) e ERO + 8,7% (3,3 GWh), todas favorecidas pelo setor de minerais não metálicos, devido ao avanço da demanda na indústria de cimento, reflexo do aquecimento no setor de construção civil; assim como pela forte demanda no setor agrícola. A classe comercial por sua vez registrou redução de 3,9% (24,3 GWh) no consumo, seguindo ainda impactada significativamente pela pandemia, mas com redução de intensidade na queda pelo terceiro mês consecutivo.

O consumo de energia elétrica no mercado cativo e livre (33.174,3 GWh) do Grupo Energisa apresentou, nos primeiros onze meses de 2020, aumento de 0,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Considerando o fornecimento não-faturado, o crescimento foi de 0,3%, na mesma base de comparação.

Destaque no período para os aumentos de consumo de energia, no mercado cativo e livre, na região Centro[1]Oeste, com aumento de 3,3% (282,5 GWh) na concessão da EMT e 1,1% (55,8 GWh) na EMS; seguida pela região Norte, com o crescimento das vendas nas áreas de concessão da ERO + 3,5% (102,3 GWh), ETO + 0,9% (18,9 GWh) e EAC + 1,5% (14,8 GWh).

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