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Consumo total de energia cresceu 1,2% em agosto de 2020

O consumo consolidado de energia elétrica, cativo e livre (2.936,8 GWh), nas áreas de concessão do Grupo Energisa, sinalizou crescimento de 1,2%. Considerando o fornecimento não-faturado, o crescimento no mês foi de 4,6%. Apesar no número de casos de contaminação por coronavírus ainda elevado, a perda de intensidade permitiu a continuidade do processo de retomada das atividades em diversas cidades, contribuindo para o aumento no consumo de energia em algumas localidades. Entre as distribuidoras, 6 avançaram nas vendas de energia em relação ao ano anterior, motivadas pelas classes residencial, rural e industrial.

O consumo da classe residencial cresceu 6,7% (67,9 GWh), com todas as concessões registrando aumento, destaque para EMS + 12,5% (17,2 GWh), ERO + 13,6% (14,8 GWh), EPB + 7,4% (9,7 GWh), EAC + 21,0% (8,1 GWh), EMT + 3,1% (7,3 GWh) e ESS + 4,0% (4,6 GWh), influenciadas principalmente pelo clima quente e seco. A classe rural avançou 9,2% (29,8 GWh), resultado puxado pelas concessões: EMT + 8,1% (11,5 GWh), consumo fortalecido pelas atividades em torno da produção de soja e milho; EMG + 29,5% (4,6 GWh), desempenho favorecido pelo aumento na safra de café; ETO + 14,3% (3,4 GWh), destaque para os produtores de soja, ovos e aves; e EMS + 6,7% (3,2 GWh), consumo também impulsionado por clientes ligados ao cultivo de soja e milho. A classe industrial cresceu 3,8% (23,6 GWh), alavancada pelas concessões da região Centro-Oeste EMT + 6,9% (12,6 GWh) e EMS + 9,3% (9,8 GWh), performance fomentada pela produção do setor alimentício e de minerais não metálicos; seguidas pela ETO + 20,6% (5,3 GWh), favorecida pela indústria de cimento; e ERO + 8,1 (3,1 GWh), devido retomada das indústrias locais, com destaque para o setor de bens de consumo. A classe comercial segue bastante impactada pela pandemia, registrando no mês queda de 11,0% (62,2 GWh), tendo suas maiores baixas ocorridas nas regiões Centro-Oeste e Nordeste.

O consumo de energia elétrica no mercado cativo e livre (23.433,7 GWh) do Grupo Energisa apresentou, nos primeiros oito meses de 2020, queda de 0,8% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas de energia ainda seguem afetadas pelas restrições derivadas da pandemia. No acumulado, a classe comercial registrou a maior queda no período (-9,9% ou 471,1 GWh), seguida pela da classe de outros clientes (-5,5% ou 173,4 GWh) e industrial (-2,8 ou 134,8 GWh). Entre as regiões, as maiores quedas no período ficaram no Nordeste (-4,4% ou 232,0 GWh) e Sul-Sudeste (-3,1% ou 144,1 GWh), impactadas principalmente pelo perfil econômico das atividades locais, que foram mais afetadas pela pandemia; enquanto a maior alta foi registrada na região Centro-Oeste (+1,5 ou 158,4 GWh), devido à influência de setores ligados ao agronegócio.

Clique aqui abrir o Boletim de Relações com Investidores, edição de setembro de 2020.