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Consumo total de energia caiu 0,7% em julho de 2020

O consumo consolidado de energia elétrica, cativo e livre (2.855,7 GWh), nas áreas de concessão do Grupo Energisa sinalizou queda de 0,7%. Embora a taxa de contaminação ainda se mantenha elevada, a redução da intensidade resultou na retomada parcial das atividades em algumas cidades, refletindo na queda menos intensa nas vendas de energia do Grupo desde abril.

O consumo da classe residencial apresentou crescimento de 4,2% (43,1 GWh), impulsionado pelos resultados nas áreas de concessão da EMT + 8,0% (18,6 GWh), EMS + 5,4% (7,5 GWh), ESS + 4,3% (4,8 GWh), ERO + 3,6% (4,0 GWh) e ETO + 3,5% (3,0 GWh). Desempenhos influenciados por temperaturas elevadas acima da média e baixo volume de chuvas. A classe rural cresceu 7,7% (23,8 GWh), destaque para as distribuidoras: EMT +10,3% (13,5 GWh), consumo puxado por clientes ligados ao cultivo de soja e milho; EMG +35,3% (5,6 GWh), desempenho influenciado pelas atividades em torno da cultura de café; ETO +10,4% (2,7 GWh), influenciado pela produção de soja; e ESS +5,0% (1,3 GWh), impulsionado pelos cítricos. A classe industrial cresceu pelo segundo mês consecutivo, registrando alta de 3,4% (20,3 GWh). Destaque novamente para as concessões da região centro-oeste: EMS + 17,5% (17,4 GWh) e EMT + 7,5% (13,1 GWh), guiadas pela produção do setor alimentício e de minerais não metálicos; seguidas pela ETO + 9,0% (2,6 GWh), puxada pelas indústrias de cimento e calcário; e ERO + 5,4 (2,2 GWh), devido retomada das indústrias locais. A dinâmica de consumo nas classes se manteve com comercial e poder público bastante impactados pela pandemia. A classe comercial registrou queda de 15,2% (85,2 GWh), tendo as maiores baixas ocorrido nas áreas de concessão da EMT, EMS e EPB. A classe de outros clientes caiu 6,1% (23,3 GWh), impactada principalmente pelo consumo do setor público.

Consumo nos sete meses de 2020: o consumo de energia elétrica no mercado cativo e livre (20.497,0 GWh) do Grupo Energisa apresentou, nos primeiros sete meses de 2020, queda de 1,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O consumo no acumulado também foi afetado pelas restrições derivadas da pandemia que impactaram a partir de março. O consumo da classe comercial foi o mais afetado no período (-9,8% ou 409,0 GWh), seguido pelo da classe de outros clientes (-5,4% ou 149,3 GWh), onde o principal vetor foi o setor público. Entre as regiões, as maiores quedas no período ficaram no Nordeste (-4,6% ou 220,5 GWh) e Sudeste (-3,9% ou 143,5 GWh), enquanto a maior alta foi registrada na região centro-oeste (+1,6 ou 132,9 GWh).

Clique aqui abrir o Boletim de Relações com Investidores, edição de agosto de 2020.