Energisa

Concessões de Distribuição e Transmissão

Concessões de Distribuição e Transmissão

 
Empresa Municípios Atendidos Clientes
(‘000)
Área Concessão (km²) Densidade GWh (Cativo + Livre) Km 
Rede DT
Km 
Rede LT
# SE's
EMG 66 470 15.853 29,6 406,9 28.181 1.162 56
ENF 1 111 935   119,1 85,3 2.087 18 5
ESE 63 806 17.493 46,1 742,3 27.070 1.350 33
EBO 6 225 1.975 113,8 180,6 5.845 45 8
EPB 216 1.483 54.087 27,4 1.183,60 76.323 2.324 65
ERO 22 671 164.124 4,1 301,1 22.456 646 18
EAC 52 279 237.765 1,2 917,6 78.748 1.289 62
EMT 141 1.507 903.207 1,7 2.680,60 200.895 6.789 165
EMS 74 1.066 328.338 3,2 1.527,00 99.857 3.889 103
ETO 139 618 277.720 2,2 654,9 98.615 2.815 104
ESS 82 820 32.405 25,3 1.197,50 32.369 545 98

CD = Circuito Duplo

Empresa Lote(s) Leilão
(nº)
Extensão Investimento
(R$ milhões)
Receita Anual Permitida
(R$ milhões)
Início da operação
EGO 03 005/2016 136 km (CD) 254,4 42,3 ago/21
EPA 26 e 19 005/2016 e 002/2018 296 km (CD) e 139 km (CD/CS) 340,2 e 396,7 53,3 e 36,9 nov/20 e mar/23
ETT 04 004/2018 772 km (CS) 627,4 66,3 mar/ 24
EAM 11 dez/20 418 km (CD/CS) 882,2 63,0 mar/26

Características das nossas concessões

A Energisa possui 11 concessões de energia elétrica, espalhadas pelas 5 regiões do país.

 

Distribuição:

Norte:

ETO

A concessão contempla o estado do Tocantins, com destaque para os municípios de Palmas e Araguaína, que possuem representatividade de quase 40% no consumo local. No tocante às classes, o consumo das residências representa quase metade do consumo energético local, sendo beneficiado por temperaturas elevadas na maior parte do ano. O comércio é o segundo principal demandante de energia, seguido pela indústria e pelas atividades rurais, com destaque a produção de alimentos, sobretudo proteínas de origem animal, derivados de soja e milho, e ramos ligados à cadeia de construção e insumos agrícolas.

ERO

A concessão contempla o estado do Rondônia, com destaque para a capital, Porto Velho, que representa quase 1/3 do consumo local. No tocante às classes, o consumo das residências representa quase metade do consumo energético local, sendo beneficiado por temperaturas elevadas na maior parte do ano. O comércio é o segundo principal demandante de energia, seguido pela indústria e pelas atividades rurais, com destaque a produção de alimentos, sobretudo proteínas de origem animal e laticínios, e ramos ligados à cadeia de construção.

EAC

A concessão contempla o estado do Acre, com destaque para a capital, Rio Branco, que representa quase 2/3 do consumo local. No tocante às classes, o consumo das residências representa aproximadamente metade do consumo energético local, sendo beneficiado por temperaturas elevadas na maior parte do ano. O comércio é o segundo principal demandante de energia, seguido pela pelas atividades rurais e indústria, com destaque a produção de alimentos, sobretudo proteínas de origem animal, madeiras, e ramos ligados à cadeia de construção.


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Nordeste:

EPB e EBO

A concessão da EPB+EBO é composta pelo estado da Paraíba, com destaque para os municípios de João Pessoa e Campina Grande. O residencial possui a maior representatividade no consumo, com mais 40% do consumo energético local, sendo beneficiado por temperaturas elevadas na maior parte do ano. A indústria e comércio aparecem em seguida como demandantes de energia, com destaque a produção de têxteis, calçados, cimento e alimentos. Por sua vez, na atividade rural, destaque para os produtores de açúcar.

ESE

A concessão do estado do Sergipe, com destaque para o município de Aracajú, possui no consumo residencial a maior representatividade, com mais 40% do consumo energético local, sendo beneficiado por temperaturas elevadas na maior parte do ano. O comércio é o segundo principal demandante de energia, seguido pela indústria, com destaque a produção de têxteis, alimentos, atividades ligadas à construção e o setor de óleo e gás.


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Centro-Oeste:

EMT e EMS

As concessões do Grupo localizadas no Centro-Oeste do país possuem forte influência do agronegócio, com destaque para a cadeia de grãos e para a produção de proteínas de origem animal. Além da economia local, a dinâmica destas atividades também impacta o consumo de energia da indústria, propriedades rurais e comerciais, que juntas representam mais da metade do consumo enérgico da região. Paralelamente, a classe residencial, sob efeito de temperaturas elevadas em boa parte do ano, também se destaca, com participação de cerca de 35% do consumo energético local.


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Sul Sudeste:

ESS

A concessão Sul-Sudeste é composta principalmente por municípios do interior de São Paulo, com destaque para Presidente Prudente, Bragança Paulista e Catanduva, que juntos representam cerca um terço do consumo energético local. A indústria possui forte presença, representando quase 30% do consumo energético da região – maior participação local entre as distribuidoras do Grupo. Entre os ramos, a produção de alimentícios, papel e celulose e a cadeia de veículos se destacam. Na atividade rural, quase 10% do consumo, destaque para os produtores do cinturão citrícola, que costumam demandar atividades de irrigação, produtores de ovos, açúcar, dentre outros. Já a classe residencial possui a maior participação no consumo, com mais de um terço do energético local.

EMG e ENF

A concessão da EMG comporta 71 municípios mineiros, com destaque para Muriaé, Ubá, Manhuaçu, Cataguases e Leopoldina. O consumo residencial representa quase 40% do consumo energético local. A indústria é a segunda principal demandante de energia, em especial com a produção de alimentícios, têxteis, moveleiro e mineração. Na atividade rural, destaque para os produtores de café. Já a ENF, com 2 municípios fluminenses: Nova Friburgo e Bom Jardim, tem mais da metade consumo energético nas residências locais, com um clima ameno na maioria do ano, em função de estar localizada na serra. A classe comercial é a segunda principal demandante de energia, seguida pela indústria, que também se destaca na produção de produtos têxteis e produtos de metal. Somadas estas classes correspondem a cerca de 1/3 do consumo energético local.


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Vencimento das Concessões

Empresa Ano da aquisição pela Energisa Início da concessão Vencimento da concessão Tipo de contrato Já passou por renovação sob controle da Energisa?
EMG 1905 (Fundação) 07/07/2015 07/07/2045 Novo Sim
ENF 1996 07/07/2015 07/07/2045 Novo Sim
ESE 1996 23/12/1997 23/12/2027 Antigo Não
EBO 1999 04/02/2000 04/02/2030 Antigo Não
EPB 2000 21/04/2001 21/03/2031 Antigo Não
EMT 2014 11/12/1997 11/12/2027 Antigo Não
EMS 2014 04/12/1997 04/12/2027 Antigo Não
ETO 2014 01/01/2020 31/12/2049 Novo Sim
ESS 2014 07/07/2015 07/07/2045 Novo Sim
ERO 2018 30/10/2018 29/10/2048 Novo Não
EAC 2018 07/12/2018 06/12/2048 Novo Não

 

Regulatório

Distribuidoras Aniversário Tarifário Última Revisão Próxima Revisão Periodicidade das Revisões Ciclo Atual Último Evento Tarifário Pmix (R$) % Reajuste BRR Líquida (R$ mm) Parcela B DRA (R$ mm) Parcela B DRP (R$ mm)
EMG 22/06 22/06/2021 22/06/2026 5 anos 5º Ciclo Revisão 272,76 + 9,10 518,7 245,9 265,2
ENF 22/06 22/06/2021 22/06/2026 5 anos 5º Ciclo Revisão 260,00 + 4,95 122,0 50,4 51,9
ESE 22/04 22/04/2018 22/04/2023 5 anos 4º Ciclo Reajuste 202,65 + 8,90 797,3 455,2 582,4
EBO 04/02 04/02/2021 04/02/2025 4 anos 5º Ciclo Revisão 207,21 + 5,21 160,7 88,4 88,4
EPB 28/08 28/08/2021 28/08/2025 4 anos 5º Ciclo Revisão 200,85 + 7,08 1.762,3 849,2 1.137,8
EMT 08/04 08/04/2018 08/04/2023 5 anos 4º Ciclo Reajuste 260,66 + 8,90 3.459,8 1.817,4 2.384,1
EMS 08/04 08/04/2018 08/04/2023 5 anos 4º Ciclo Reajuste 234,64 + 8,90 1.864,5 1.018,0 1.338,7
ETO 04/07 04/07/2021 04/07/2025 5 anos 5º Ciclo Reajuste 213,10 + 4,04 1.370,5 660,0 709,6
ESS 12/07 12/07/2021 12/07/2026 5 anos 5º Ciclo Revisão 217,32 + 9,84 1.102,6 409,1 450,3
ERO* 13/12 13/12/2020 13/12/2023 5 anos 4º Ciclo Reajuste 185,08 – 11,29 1.566,9 435,3 654,7
EAC* 13/12 13/12/2020 13/12/2023 5 anos 4º Ciclo Reajuste 157,02 + 2,95 596,0 228,1 287,8
Total   –  –  –  – –   –  – –  13.321,30 6.257,00 7.950,90

*Revisão Tarifária Extraordinária em 13/12/2020.

Para maiores detalhes sobre regulação do setor elétrico, acesse: https://ri.energisa.com.br/setor-eletrico-brasileiro/

Para acessar o histórico de Parcela B e Base de Remuneração, acesse as abas “Regulatório – Parcela B” e “Regulatório – BRR” na nossa base de dados: https://ri.energisa.com.br/informacoes-financeiras-e-operacionais/resultados-interativos/

 

Arquivos Úteis

Distribuidoras Sparta Última Revisão NT Última Revisão Sparta Último Reajuste NT Último Reajuste
EMG
ENF
ESE
EBO
EPB
EMT
EMS
ETO
ESS
ERO
EAC

Clique no link a seguir para ser direcionado a seção do site da Aneel com os Spartas e Notas Técnicas de cada evento tarifário: https://www.aneel.gov.br/resultado-dos-processos-tarifarios-de-distribuicao

 

Benefícios Fiscais

Empresa Vencimento Tipo de Benefício  

Concessão

ESE 31/12/2027 SUDENE 100%
EBO 31/12/2028 SUDENE 100%
EPB 31/12/2029 SUDENE 100%
EMT 31/12/2023 SUDAM 100%
ETO 31/12/2023 SUDAM 100%


Transmissão:

Resumo

As atividades do Grupo Energisa também incluem ativos em transmissão de energia, decorrentes das aquisições de 5 lotes em leilões de 2017, 2018 e 2020. No ano de 2020, conseguimos entregar 2 projetos, Goiás I (13/03/2020) e Pará I (12/11/2020), com antecipações de prazo de 17 e 16 meses, respectivamente. Os investimentos nesses dois lotes representaram R$594,6 milhões, dos quais R$ 111,8 milhões foram em 2020. Esses projetos representam uma Receita Anual Permitida (“RAP”) de R$ 93,0 milhões. Em 19/10/2020 duas linhas da Energisa Tocantins Transmissora (ETT) obtiveram suas licenças de instalação, e suas obras foram iniciadas. O investimento total estimado da ETT é de R$ 661,4 milhões e RAP de R$ 66,1 milhões. Em 15/12/2020 a terceira linha no trecho entre Dianópolis (TO) e Barreiras (BA) recebeu a licença de instalação do IBAMA concluindo o licenciamento ambiental do projeto. Adicionalmente, a Companhia sagrou-se vencedora do lote 11 no leilão de transmissão de dezembro de 2020. Esse projeto, denominado Energisa Amazonas (EAM), compreende a aquisição de ativos existentes e a construção, revitalização e modernização de subestações e linhas de transmissão. A finalidade desse empreendimento é atender à região metropolitana de Manaus e Presidente Figueiredo. O investimento estimado pela Aneel para o projeto é de R$ 900,3 milhões, dos quais, R$ 239,3 milhões representam a aquisição de ativos existentes pago a Energisa S.A. 20 Amazonas Geração no dia 30/03/21, e o restante para as revitalizações e construções. Sua RAP total é de R$ 63 milhões. Os cinco lotes somados possuem uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 258,2 milhões (ciclo 2020-21) e investimento total estimado de R$ 2.539,4 milhões. Em 16 de fevereiro de 2021, a Energisa Pará II (EPA II) concluiu um trecho de 72,3 km em 230 kV do total de 139 km. Os investimentos dessa etapa totalizaram R$ 80,0 milhões, 20% do investimento total estimado, e sua RAP é de R$ 3,1 milhões, 8,6% da receita total do empreendimento. Esta operação foi antecipada em 25 meses, frente a data prevista de entrada em operação regulatória. O restante das obras deste lote tem previsão de antecipar a data limite de conclusão de março de 2023.

Clique aqui para acessar esses e mais dados dos lotes de transmissão em excel.

Benefícios Fiscais

Empresa Vencimento Tipo de Benefício
EGO I Lucro Presumido
EPA I Lucro Presumido
EPA II Lucro Presumido
ETT SUDAM (a partir do momento que começar a utilizar o regime de lucro real)
EAM SUDAM (a partir do momento que começar a utilizar o regime de lucro real)